Quando julgávamos que os equívocos e as inverdades sobre o funcionamento do mercado dos combustíveis, nomeadamente no que se refere a preços, estivessem de vez arredados da discussão na praça pública, eis que surgem várias afirmações nos OCS que retomam o “velho preconceito” de que as empresas petrolíferas não refletem nos preços de venda dos combustíveis as quedas acentuadas do petróleo a que se assistiu nos últimos tempos.
Felizmente, há já hoje muitos jornalistas que de um modo sério e factual fazem as suas análises e previsões com base nos dados que são do conhecimento público, e não em perceções ou mesmo preconceitos que outros teimam em usar. Continuaremos pacientemente [...]
O governo alemão continua a resistir às pressões dos seus congéneres europeus para limitar a velocidade nas auto-estradas nacionais. Defendendo as características dos seus construtores, que vão mais no sentido da performance, da robustez, da evolução tecnológica, da imagem de carro de gama média-alta, pelo menos em Berlim, os responsáveis vão empurrando com a barriga este desejo da UE.
Aqui e ali, mais por questões de poluição sonora do que por outras razões quaisquer, vão aparecendo as zonas com limite de velocidade– na maior parte dos casos, 100 km/h; mas também, em zonas mais extensas, os 130 km/h surgem para não dar mais azo ainda a “protestos” europeus. Na [...]
Desde criança que sempre observei um comportamento de alguns condutores que sempre me fez refletir. Este comportamento, inicialmente, parecia-me solidário, de alerta e entreajuda, com o intuito de ajudar os outros a escaparem a uma determinada situação. Refiro-me, no cruzamento de veículos que circulam em sentidos de trânsito opostos, aos sinais de luz com o intuito de “avisar” os outros condutores que, ao continuarem naquele sentido, mais à frente irão apanhar uma operação de fiscalização rodoviária (operação STOP) da PSP ou da GNR.
Em tenra idade este comportamento fazia-me respirar de alívio, pois era um sinal de antecipação que evitava a surpresa da presença da Polícia ou [...]
Em Maio de 2014, num outro espaço de opinião idêntico, falava-vos sobre os parcos progressos no desenvolvimento das aeronaves comerciais, no que à rapidez e autonomia diz respeito, registados nas últimas quatro décadas.
O transporte aéreo é, por definição, o privilegiado para as médias e longas distâncias, à escala global, por necessidade de rapidez. Comentava então que depois do Concorde de 1963, cujo primeiro voo foi em 1969 “…em mais de um século da história da aviação, com todas as tecnologias e recursos hoje disponíveis……nunca mais houve uma iniciativa que… nos coloque em Pequim em 2 ou 3 horas”.
Foi assim com enorme expectativa que me cruzei com o [...]