Após diversas parcerias com outras tantas entidades relojoeiras de renome, a Porsche Design decidiu assumir ela própria o controlo total e absoluto da sua produção, e para isso começou por lançar dois modelos comemorativos dessa nova estratégia, ambos inspirados nos modelos da marca que revolucionaram a indústria relojoeira nos idos de 1972 e de 1980 – e que preconizaram, igualmente, o lançamento da primeira linha regular da sua nova geração de produtos relojoeiros: a Chronotimer Series 1.
Com raízes profundamente automobilísticas, o nome Porsche é seguramente um dos mais respeitados no universo do prestígio e do luxo – mas a filosofia técnica e estética inerente à [...]
Filhote, Por mais ridículo que te possa parecer, ao iniciar a escrita desta minha pequena nota sobre a utilidade ou futilidade da forma como distribuímos a energia e o tempo nos pratos de uma balança das nossas várias vidas, a verdade é que foram tantos os inícios quantas as folhas amarrotadas no meu caixote do lixo.
Espero que te encontres bem de saúde, de disposição e com “superavit” de estado de espírito para, de cabeça erguida, enfrentares mais uma fase final de exames na Faculdade. Já estás quase a terminar o teu curso universitário!
Passou tão rápido…… desde aquele telefonema. O mais encantador e silencioso telefonema da minha vida. Corri logo para lá. [...]
Entre os diferentes poluentes, um dos que tem maiores consequências para a saúde pública são as partículas, quer as chamadas partículas inaláveis (PM10), ou seja todas aquelas que têm um diâmetro inferior a 10 mm, quer as chamadas partículas finas (PM2,5), a fração de partículas com diâmetro inferior a 2,5 mm, que por ser mais pequena chega até aos pulmões e entra mais facilmente no nosso organismo, representando um maior perigo.
As partículas mais finas podem transportar substâncias tóxicas (sulfatos, nitratos, metais pesados e hidrocarbonetos) para as vias respiratórias atingindo os alvéolos pulmonares, provocando dificuldades respiratórias e por vezes danos permanentes. Em [...]
Temos assistido nos últimos tempos a uma agressiva campanha comercial de algumas marcas na promoção dos seus modelos de carros ligeiros elétricos. Isto leva-me a abordar o tema numa ótica de tentar perceber qual o estado atual da “arte”, quais as vantagens e limitações desta solução, dentro de um quadro mais geral do transporte de pessoas e mercadorias.
Talvez devamos começar por identificar os segmentos onde esta tecnologia já domina, onde tem fortes possibilidades de ganhar quota de mercado e os que, à luz dos conhecimentos tecnológicos atuais, se vislumbra ser mais difícil a sua penetração.
O caso mais óbvio de sucesso da utilização da energia elétrica nos [...]