Fabricado em 1973, o Citroën DS21 Super 5, do coleccionador José Ramos Costa, é uma das mais jóias do Museu do Caramulo. As formas arrojadas e deveras aerodinâmicas para a época, o carácter inovador e uma estrondosa popularidade fizeram do DS um dos automóveis mais marcantes do século XX, a par de modelos como o Ford T ou o VW Carocha. Foi desenhado pelo escultor italiano Flaminio Bertoni, o projecto de engenharia é do engenheiro aeronáutico francês André Lefèbvre e esteve em produção durante vinte anos, vendendo mais de 1,45 milhões de unidades em todo o mundo.
O DS foi apresentado no Salão Paris de 1955, após 18 anos de desenvolvimento no maior secretismo. Nos primeiros 15 [...]
Sem avançar muitos mais pormenores, a Mazda revelou que o CX-5 conhecerá, já em Novembro, no Salão de Los Angeles, uma geração totalmente nova, que contará com um novo visual e soluções tecnológicas mais evoluídas. Imagens não há, excepto aquela em que apenas é possível descortinar a silhueta do modelo.
Segundo a marca nipónica, todos os conteúdos do seu novo SUV de médio porte foram refinados, em termos de design como de tecnologias empregues, para que este possa oferecer níveis mais elevados de prazer de condução. A componente estética promete aprimorar a beleza do CX-5, e transmitir uma sensação de sofisticação e força.
Mais elegante, leve e dinâmico. A nova geração do topo-de-gama da Opel está em fase final de desenvolvimento, anunciando-se como um automóvel totalmente novo, em que até o nome muda: a partir de Março, quando for lançado no Salão de Genebra, passará a chamar-se Insignia Grand Sport.
Para além da sua nova designação comercial, a Opel revelou algumas imagens da sua novel criação, ainda em testes dinâmicos, e por isso disfarçada sob a habitual camuflagem. Ainda assim, percebe-se que as linhas são de nova concepção, pautadas por uma elegância e dinamismo estilísticos distintos do actual Insignia.
Como [...]
No passado dia 23 de setembro, no ISCTE, sob os auspícios da Associação dos Cidadãos Auto Mobilizados, decorreu um colóquio com um título muito sugestivo – “Desastre Rodoviário na Europa. Não seremos todos vítimas? ”. E serve de ponto de partida, tal frase, para se fazer uma breve reflexão sobre a forma como a sinistralidade nos afeta a todos, de uma forma genérica, direta ou indirectamente.
Desde logo, os custos morais e físicos que recaem sobre as vítimas diretas, familiares e amigos. Depois relevam os danos económicos que a sinistralidade pressupõe, com o Estado (e o Privado) a despenderem recursos monetários equivalentes a 1,5 do PIB.
Mas há ainda a [...]