O gigantesco outdoor do Ford EcoSport instalado no edifício España, em Madrid, foi homologado pelo Guinness World Records como o maior do mundo – com duas toneldas de peso e uma área de 5265 m2, bateu por 241,93 m2 o anterior detentor da proeza. Em exposição até final de Fevereiro, será depois doado à Fundação Apascovi e ao seu centro especial de emprego de pessoas com deficiência, onde uma segunda vida será dada ao material que o compõe.
O Motorclássico – Salão Internacional de Automóveis e Motociclos Clássicos, está de volta à FIL nos dias 6, 7 e 8 de Abril próximos para a sua 14º edição, reunindo mais de 160 expositores de vários países. A programação do evento inclui uma exposição temática denominada “Porsche: 70 anos de evolução”, dedicada ao 70º aniversário da marca de Estugarda, em que serão mostrados modelos das várias décadas, desde o seu nascimento até à actualidade, incluindo várias versões do emblemático 911.
Também a cumprir 70 anos, a Land Rover e o Citroën 2CV. No primeiro caso, a [...]
Está declarada a carta de intenções entre o Grupo BMW e a chinesa Great Wall Motor, com vista à criação de uma nova joint-venture destinada a produzir localmente a nova versão totalmente eléctrica do Mini, cujo lançamento na Europa está marcado já para o início de 2019. Falta, agora, acertar alguns detalhes do acordo e, sobretudo, definir os investimentos a realizar e escolher o local de produção, para que o modelo possa dar ter entrada directa no maior mercado automóvel do mundo, e também para modelos eléctricos.
Esta é mais uma iniciativa que prova o peso que o mercado chinês já assumiu para o construtor bávaro, que não só conta com duas fábricas de automóveis [...]
Presidente e principal proprietário do Zhejiang Geely, o grupo chinês que detém as marcas Geely, Volvo, Lynk & Co e Lotus, Li Shufu acaba de tornar-se no maior acionista individual da Daimler, conglomerado que integra, entre outras, a Mercedes-Benz, a Mercedes-AMG e a smart. O facto foi confirmado pelo próprio “gigante germânico”, em comunicado enviado às entidades reguladoras, estimando a Bloomberg que o empresário chinês tenha despendido qualquer coisa 7,3 mil milhões de euros na aquisição das acções que lhe permitiram passar a deter uma participação liminarmente abaixo dos 10% na estrutura accionista da empresa, o suficiente para lhe conferir tão ambicionado estatuto.
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