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Peugeot 308 SW 1.6 HDi 92 Allure

Artigo
Peugeot 308 SW 1.6 HDi 92 Allure

Visão geral
Marca:

Peugeot

Modelo:

308 SW

Versão:

1.6 HDi 92 Allure

Ano lançamento:

2014

Segmento:

Familiares compactos

Nº Portas:

5

Motor:

1.6 Diesel

Pot. máx. (cv/rpm):

92/4000

Vel. máx. (km/h):

181

0-100 km/h (s):

11,9

CO2 (g/km):

104

PVP (€):

28 391/29 011

Gostámos

Consumos, Conforto, Comportamento dinâmico, Equipamento de série

A rever

Relação preço/potência, Caixa de velocidades imprecisa, Recuperações

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Qualidade geral
7.0
Interior
8.0
Segurança
8.0
Motor e prestações
6.0
Desempenho dinâmico
9.0
Consumos e emissões
9.0
Conforto
8.0
Equipamento
9.0
Garantias
7.0
Preço
6.0
Se tem pressa...

A versão menos potente do motor 1.6 Diesel da Peugeot 308 SW tem um preço perigosamente próximo da sua irmã e-HDI, o que a torna uma escolha menos racional do que, à partida, poderia parecer.

7.7
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A gama do Peugeot 308, seja na carroçaria berlina, ou naquela que aqui testamos, a SW, destaca-se por oferecer soluções para todos os gostos e carteiras. Os fãs dos motores a gasolina podem optar pelo pequeno motor 1.2 Turbo de 130 cv e terão, em breve, a possibilidade de irem um pouco mais além, com a versão GT e o seu bloco 1.6 THP de 165 cv.
Mas é sabido que o mercado português é dominado pelos motores Diesel e, aqui, há três versões diferentes, pelo menos até chegar o GT 2.0 HDI 180 cv, com potências desde os 92 cv até aos 150 do 2.0 BlueHDi. Já aqui lhe trouxemos tudo sobre as versões 1.6 e-HDi 115 e 2.0 BlueHDi de 150 cv, por isso estava a faltar o ensaio ao mais acessível dos motores Diesel, 1.6 HDi 92 cv, na carroçaria SW.

Visualmente, tirando a pequena sigla, é impossível distinguir as versões 1.6 Diesel

Visualmente, tirando a pequena sigla, é impossível distinguir as versões 1.6 Diesel

O preço é, precisamente, um dos principais factores para deixar na dúvida eventuais compradores, já que, para o mesmo nível, dista apenas 1034 euros da sua irmã Peugeot 308 SW 1.6 e-HDi 115 cv. Além da evidente diferença de 23 cv entre elas, há ainda que referir que apenas a mais potente possui sistema stop/start e caixa manual de seis velocidades. Qualquer um destes três pontos influencia, individualmente, a qualidade de condução, perfazendo, no conjunto, um fosso assinalável entre as duas versões do motor 1.6 Diesel.
O hiato de potência faz-se notar, essencialmente, sempre que saímos de ambiente citadino, mesmo que não sejamos condutores muito aguerridos. As acelerações têm uma diferença pouco superior a um segundo, por isso não se nota por aí além, sendo nas recuperações, que as diferenças vêm à tona. Se a 308 SW 1.6 e-HDi 115 cv é relativamente lesta em qualquer ultrapassagem, o mesmo não se pode dizer da 308 SW 1.6 HDi 92 cv, que faz tudo com algum esforço, principalmente na última relação de caixa, a quinta. A caixa de velocidades marca, precisamente, um das grandes diferenças entre estas duas versões. As seis relações da mais potente ajudam nas prestações e nos consumos, como é natural, mas, acima de tudo, trazem-nos um comando incomparavelmente mais preciso e agradável de utilizar.

Em ambiente citadino, a diferença de 23 cv entre as duas versões do bloco 1.6 Diesel não é especialmente evidente, mas basta sairmos da urbe para distinguirmos todas as diferenças

Em ambiente citadino, a diferença de 23 cv entre as duas versões do bloco 1.6 Diesel não é especialmente evidente, mas basta sairmos da urbe para distinguirmos todas as diferenças

A designação oficial da versão menos potente perde a letra “e” antes da sigla HDi, o que significa, na prática, que não beneficia do fantástico sistema stop/start do Grupo PSA. Superiormente rápido e suave, traz consigo um maior silêncio a bordo sempre que estamos parados, para além de ter a seu peso nos melhores consumos em circuito urbano, por nós aferidos.

Em estrada, fruto das diferenças nas caixas de velocidades, os consumos equivalem-se, mas uma tendência para melhores valores na versão mais potente, se aumentarmos o ritmo.

Apesar de todas as valências no capítulo do equipamento de série, no conforto e na capacidade da bagageira, o motor 1.6 HDi 92 cv acaba por não fazer, na minha opinião, muito sentido, pelo menos nesta versão de topo, Allure. Será uma escolha nos níveis de equipamento inferiores, Acess, ou Active, onde já é possível chegar a valores de venda ao público a rondar os 25 mil euros, o que poderá fazer a diferença entre caber, ou não, no orçamento pessoal, ou mesmo profissional.
Se não abdica do equipamento de série, o motor mais potente vale, claramente, os cerca de 1000 euros a mais que ostenta na etiqueta.

Airbag para condutor e passageiro (desligável)
Airbags laterais dianteiros
Airbags de cortina
Travão de estacionamento eléctrico
Controlo electrónico de estabilidade
Faróis dianteiros integralmente em LED
Cintos dianteiros com pré-tensores e limitadores de esforço
Fixações Isofix
Assistente aos arranques em subida
Ar condicionado automático bizona
Computador de bordo
Bancos dianteiros com regulação em altura
Banco rebatível 60/40
Volante em pele regulável em altura+profundidade
Volante multifunções
Direcção com assistência eléctrica variável
Ecrã táctil de 9,7″ com sistema de navegação
Mãos-livres Bluetooth+USB+Aux
Vidros eléctricos FR/TR
Retrovisores exteriores eléctricos+aquecidos+rebatimento eléctrico
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Sensor de luz e chuva
Cruise-control
Tecto panorâmico em vidro
Vidros traseiros escurecidos
Jantes de liga leve de 17″
Barras de tejadilho cromadas
Mala com duplo piso
Kit anti-furo

Pintura metalizada (€420)
Câmara de visão traseira com ajuda ao estacionamento dianteiro e traseiro (€200)

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Sobre o autor
João Botelho
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