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Suzuki Jimny 1.5 VVT Mode3

Artigo
Suzuki Jimny 1.5 VVT Mode3

Visão geral
Marca:

Suzuki

Modelo:

Jimny

Versão:

1.5 VVT Mode3

Ano lançamento:

2018

Segmento:

Todo-o-terreno

Nº Portas:

3

Tracção:

Integral inserível à frente

Motor:

1.5

Pot. máx. (cv/rpm):

102/6000

Vel. máx. (km/h):

145

0-100 km/h (s):

n.d.

Consumos (l/100 km):

7,9 (Combinado WLTP)

CO2 (g/km):

178 (Combinado WLTP)

PVP (€):

24 811

Gostámos

Desempenho em todo-o-terreno, Facilidade de condução, Soluções mecânicas, Dispositivos de segurança, Robustez, Exclusividade, Estética

A rever

Caapcidade da mala, Bancos traseiros Limitações em auto-estrada, Consumos a ritmos mais intensos

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Qualidade geral
7.0
Interior
7.0
Segurança
8.0
Motor e prestações
7.0
Desempenho dinâmico
8.0
Aptidões TT
10
Desempenho TT
10
Consumos e emissões
6.0
Conforto
8.0
Equipamento
8.0
Garantias
8.0
Preço
7.0
Se tem pressa...

Não há o que enmganar: o novo Suzuki Jimny é o mais pequeno todo-o-terreno do mercado, mas também continua a ser um dos melhores, registando proezas só ao alcance de modelos que custam duas ou três vezes mais (ou mais ainda). Não sendo a proposta mais racional sob uma perspectiva estritamente economicista, acaba por ser praticamente imbatível quando avaliado nas condições para que foi concebido

7.8
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Após um (demasiado) breve contacto em terras de Espanha, eis que chega, enfim, a oportunidade de conduzir o novo Suzuki Jimny 1.5 VVT Mode3, a versão de topo da mais recente geração do mítico todo-o-terreno japonês. Um estatuto que lhe advém, apenas e só, do equipamento de série que inclui, sendo esta a única variante do modelo a montar, por exemplo, jantes de liga leve (incluindo a da roda suplente) e ópticas dianteiras por LED, tendo como únicas opções a pintura metalizada ou bitonal – pelo que fica a nota importante de que as restantes, podendo algo perder em conforto, são mais acessíveis e dispõem, exactamente, dos mesmo atributos em termos mecânicos e de competência dinâmica.

O novo Jimny é, de facto, um daqueles automóveis que começam por cativar logo num breve olhar, desde o primeiro momento provando ser um modelo único, logo, diferente de tudo o resto que existe no mercado. Com dimensões exteriores bastante contidas, até para satisfazer os mais rigorosos cânones da legislação do seu país de origem, não chega a medir 3,5 metros de comprimento, ou 1,7 metros de largura, mas usufrui de linhas absolutamente deliciosas, ao jeito da melhor tradição Jimny/Samurai, já com praticamente cinco décadas de existência, e da mais pura herança dos verdadeiros “TT”, a ninguém deixando indiferente.

Como uma aparência, simultaneamente, clássica e moderna, combina linhas quadradas com alguns elementos puramente redondos, do que resulta uma aparência exterior altamente cativante, que transmite uma agradável sensação de robustez e competência. Há quem o classifique como um “Mercedes Classe G em miniatura” (e a maioria dos que lhe atribuem tal ápodo aé estarão longe de imaginar que o mesmo terá semelhante validade no que ao desempenho fora de estrada diz respeito…), mas não há quem lhe resista. Certo é que há muito que um automóvel tão acessível em termos de preço não cativava e concentrava tantas atenções, sendo raros os que por passam pelo Jimny, ou pelos quais o Jimny passa, e não giram a cabeça para melhor o apreciarem.

O novo Jimny integra-se na perfeição em qualquer ambiente, sendo raros os que conseguem resistir ao charme das suas linhas

O novo Jimny integra-se na perfeição em qualquer ambiente, sendo raros os que conseguem resistir ao charme das suas linhas

Uma vez no interior, o encanto não esmorece, mas, aqui, é já obrigatório levar em linha de conta aspectos mais racionais, e nem sempre favoráveis ao simpático todo-o-terreno da Suzuki. Comecemos pelos primeiros: o quadrante da instrumentação, com a sua moldura quadrada, e mostradores redondos e de aspeccto tradicional, como que replica a secção dianteira, ao mesmo se juntando as saídas de ventilação redondas a condizer – mais um mimo em termos de design! E se é um facto que todos os plásticos são duros, há que reconhecer que a montagem é rigorosa e o equipamento de série generoso, no plano do conforto e, especialmente, da segurança, merecendo aqui referência a travagem autónoma de emergência com alerta de colisão, o alerta de fadiga do condutor, o alerta de saída involuntária da faixa de rodagem e o sistema de leitura de sinais de trânsito).

A posição de condução tem de considerar-se bastante correcta, tratando-se de um “TT”, não porque os finos bancos disponham de mais do que as regulações mínimas (embora contem com um apreciável apoio e sejam mais cómodos do que aquilo que se faria esperar à primeira vista, mesmo em deslocações mais prolongadas), e o volante regule apenas em altura – antes porque oferece total domínio sobre a estrada, e com uma surpreendente liberdade de movimentos, tendo em conta as dimensões exteriores. Além de que a ampla superfície vidrada permite ter uma excelente noção espacial do veículo e daquilo que o rodeia.

O ambiente interior não poderia estar mais de acordo com a aparência exterior e a vocação do veículo, quase tudo fazendo pleno sentido

O ambiente interior não poderia estar mais de acordo com a aparência exterior e a vocação do veículo, quase tudo fazendo pleno sentido

Já quando se pretende transportar passageiros nos lugares traseiros, a situação é menos favorável. O acesso ao banco posterior obriga a alguma ginástica (somente o banco passageiro é basculante, e não dispõe de memória de posição, o que obriga ao seu reajuste longitudinal sempre que alguém tem que entrar ou abandonar os lugares posteriores); o espaço disponível atrás nem é assim tão exíguo, mas os respectivos bancos são finos e oferecem reduzido apoio pernas, devido a um assento demasiado curto.

A bagageira, com toda a lotação disponível, é meramente simbólica, não disponibilizando mais do que 85 litros, mas, com o rebatimento total banco traseiro divido na proporção 50/50 (e de operação extremamente simples), já dá para transportar os pertences para um fim-de-semana a dois, ou até um pouco mais. Aliás, oSe as costas do banco posterior regulam em inclinação (oferecendo seis posições), tal para pouco mais serve do que para permitir dispor de um pouco mais de volumetria na mala sem reduzir a lotação, pois mesmo a sua posição mais recuada é já bastante vertical, condicionando as restantes o conforto de quem os ocupe. Nota, ainda, para o sistema de infoentretenimento, que inclui tudo o que se exige nos dias que correm a este nível, mas cuja operação é perfectível, sobretudo em andamento, quando se torna, por vezes, complicado aceder ás funcionalidades pretendidas.

É virtualmente impossível transportar alguns pertences na bagageira sem suprimir, pelo menos, um dos dois lugares traseiros

É virtualmente impossível transportar alguns pertences na bagageira sem suprimir, pelo menos, um dos dois lugares traseiros

Mas todos estes óbices são relativizados, e tendem a tornar-se em não mais do que meros pecadilhos, quando se passa à acção. Sob o capot está um motor 1.5 a gasolina atmosférico com distribuição variável, capaz de oferecer 102 cv e um binário máximo de 130 Nm às 4000 rpm, combinado com uma transmissão manual de cinco velocidades robusta e precisa, se bem que não muito rápida.

A tracção integral inserível na frente e a caixa de transferências voltam a ser operados por uma convencional alavanca, por sinal de manuseamento deveras suave, dispensando, assim, os comutadores eléctricos, potencialmente mais passiveis de avarias ou falhas de funcionamento em situações mais extremas. De referir que o modo 4×4 (4H) pode ser inserido em andamento até aos 90 km/h, sendo importante garantir que as rodas da frente não estão viradas, ao passo que o modo 4L (as chamadas “redutoras”) obriga à imobilização do veículo. Sendo que do lote de atributos do novo Jimny neste particular faz ainda parte o controlo electrónico de descidas HDC.

Relativamente ao motor, há que salientar que é suficientemente poderoso e competente para locomover o Jimny com celeridade e desenvoltura, e que, não obstante preferir os médios e altos regimes (a sua faixa ideal de funcionamento estará, sensivelmente, entre as 3000-6000 rpm), o seu desempenho a baixa de rotação está longe de desiludir. A caixa bem escalonada garante prestações mais do que aceitáveis para uma proposta com esta vocação, embora haja que ter em conta que o ritmo de cruzeiro ideal do Jimny estará nos 120-130 km/h, já que, a partir daí, e até aos 145 km/h de velocidade máxima, a progressão é bastante mais lenta, e o ruído do motor tende a invadir um habitáculo praticamente desprovido de um isolamento acústico digno desse nome.

A tracção integral e as "redutoras" passam a ser operadas através de uma alavanca

A tracção integral e as “redutoras” passam a ser operadas através de uma alavanca

Uma característica notória ao ponto de tornar perfeitamente audível, também, o funcionamento da mecânica, nomeadamente da transmissão, a isto havendo que juntar os ruídos aerodinâmicos causados por uma carroçaria em cujo desenvolvimento o Cx não foi, de todo, a principal preocupação. Por tudo isto, acima dos tais 130 km/h, torna-se complicado manter um diálogo a bordo num tom de voz normal, ou o ouvir o sistema de som num volume moderado.

Outra questão a ter em conta, quando se exige tudo do motor, é o exponencial aumento dos consumos. Em ritmos despreocupados, incluindo fora de estrada, as médias facilmente se aproximam dos 10,0 l/100 km, e mesmo com uma condução mais controlada, em cidade, não é fácil obter valores muito aquém dos 7,5 l/100 km praticando uma condução realista e minimamente descontraída. Em estrada, o apetite deste tetracilíndrico é mais controlado, porém, em auto-estrada, mesmo respeitando os limites legais, fica muito próximo dos 9,0 l/100 km, sendo fácil imaginar o que sucede quando se força o ritmo, também aqui não sendo grande ajuda as linhas rectilíneas da carroçaria.

O comportamento em estrada é honesto, previsível e eficaz, tendo em conta as características intrínsecas do Jimny e a sua real vocação. O conforto é quase sempre elevado

O comportamento em estrada é honesto, previsível e eficaz, tendo em conta as características intrínsecas do Jimny e a sua real vocação. O conforto é quase sempre elevado

Já o comportamento dinâmico é, sem dúvida, o maior trunfo do novo Jimny. Porque será a situação para que está menos fadado, e a sua utilização é menos convincente, saliente-se que, em auto-estrada, a velocidades mais elevadas, é notória a sensibilidade aos ventos laterais, o que obriga a constantes e, por vezes, pronunciadas correcções de volante. De resto, a sua condução é fácil e o seu desempenho competente.

Em todas as restantes situações, estar ao volante do novo Jimny é quase sempre sinónimo de uma experiência diferente, pela positiva. Tanto maior quanto melhor e mais rapidamente se interiorizar que existe uma série de características incontornáveis num automóvel com esta vocação e nível de preço, como a direcção bastante desmultiplicada, as suspensões por eixo rígido com um generoso curso, o amortecimento relativamente macio ou os pneus mistos de perfil relativamente alto – tudo atributos típicos dos verdadeiros todo-o-terreno “puros e duros”, que já vão sendo (muito) raros nos dias que correm.

E que acabam por ser parte significativa daquilo que faz desta uma proposta tão especial, bastando, apenas, saber lidar convenientemente com os mesmos. É expectável que, em face disto, em estrada, e principalmente em traçados mais sinuosos, o adornar da carroçaria em curva seja significativo, mas nada que assuste ou cause preocupação de maior, acabando o comportamento por ser marcado por reacções sempre honestas e previsíveis, e por uma electrónica competente no controlo de potenciais abusos. Por isso, apenas se exigem cuidados redobrados, em especial nas trocas de apoio mais abruptas, e particularmente aos menos habituados a conduzir um automóvel deste género –  com a actual “febre” dos  SUV, que tornou numa autêntica raridade os verdadeiros “TT”, tenderão a rarear os que conduziram, ou ainda se lembram de como é conduzir, uma preciosidade destas.

Em compensação, vantagem óbvia desta solução é um elevado nível de conforto em qualquer situação, até nos pisos mais demolidores, embora, nesse caso, não deixe de sentir-se o saltitar do eixo posterior, mas sem que tal nunca incomode excessivamente os ocupantes, inclusive os traseiros. E se, em cidade, a direcção propositadamente muito desmultiplicada, com 4,25 voltas de volante, poderá tornar mais trabalhosas as manobras de estacionamento em espaços mais apertados, a facilidade com que o Jimny se move mesmo em ruas mais estreitas, ou supera o asfalto mais esburacado, são vantagens de todo menosprezáveis.

É, não só, mas principalmente, no fora de estrada que oJimny faz valer todos os seus argumentos, se torna (ainda) mais divertido e consegue encantar qualquer amante das incursões pelo fora de estrada

É, não só, mas principalmente, no fora de estrada que oJimny faz valer todos os seus argumentos, se torna (ainda) mais divertido e consegue encantar qualquer amante das incursões pelo fora de estrada

Praticamente imbatível, pelo menos a este nível, é o Jimny no fora de estrada, com o seu desempenho a só ser comparável com o de modelos que custam, no mínimo, o dobro ou o triplo do preço – ou mesmo mais. A roda suplente, com jante e pneu iguais às demais, colocada no exterior do protão traseiro, é a primeira nota de que este é um automóvel destinado a prosseguir caminho, seja ele qual for.

Abandonado o asfalto, os mais atentos e arrojados rapidamente perceberão que só é possível inibir o funcionamento do controlo de tracção abaixo dos 30 km/h, algo que se, por um lado, impede que se pratique uma condução mais acrobática, mormente com tracção apenas traseira sobre pisos mais escorregadios, por outro, permite evoluir com relativa facilidade em diversas situações no todo-o-terreno sem ter que se inserir a tracção dianteira, tal a eficácia e primorosa afinação deste dispositivo, igualmente eficiente a actuar como bloqueio de diferencial sempre que uma, ou mais, rodas perde o contacto com o solo, travando-a quase de imediato para que a oposta assegure a progressão (e quando tal não é suficiente, lá estão as “redutoras”).

A este propósito, é da mais elementar justiça sublinhar que a electrónica foi mesmo um dos pontos em que o novo Jimny mais evoluiu, já que o controlo de estabilidade também é determinante para contrariar a tendência para a subviragem nas entradas em curva mais afoitas, e que a repartição electrónica da travagem é um precioso auxiliar nas travagens de emergência ou mais intensas, causadoras de naturais desequilíbrios num automóvel com um centro gravidade elevado, suspensões macias e pneus mistos – acabando por contribuir tanto para um aumento efectivo da segurança activa, como para aumentar os níveis de confiança de quem está ao volante.

O Jimny consegue feitos no todo-o-terreno só ao alcance de modelos que custam o dobro ou o triplo do preço, ou mesmo mais…

O Jimny consegue feitos no todo-o-terreno só ao alcance de modelos que custam o dobro ou o triplo do preço, ou mesmo mais…

De regresso ao fora de estrada, torna-se evidente que as dimensões exteriores contidas, o baixo peso, o robusto châssis de longarinas e travessas, e o argumentário mecânico permitem ao Jimny chegar onde poucos o acompanharão, e nenhum por este preço. Mesmo em subidas mais ingremes, sobre terrenos mais exigentes, ou perante obstáculos de transposição mais complexa, é notável o à vontade com que evolui, como que desprezando aquilo que, para a maioria, seriam dificuldades de maior, boa parte delas intransponíveis.

Resumindo, o novo Jimny é um daqueles automóveis que comprovam bem aquela máxima que afirma que o tamanho pouco pode importar. Sendo o TT mais pequeno do mercado, é, também, um dos mais competentes e convincentes. Assumidamente com pouco de racional na vertente preço/utilização convencional no dia-a-dia, demonstra ser, igualmente, e como poucos, sinónimo de aventura e prazer ao volante por um valor relativamente contido.

Claro que o preço, em absoluto, é mais um factor de difícil análise numa perspectiva estritamente racional. Se comparado com o praticado por um qualquer SUV compacto, dos muitos que hoje existem no mercado, tendo em conta as suas limitações espaço, de utilização em auto-estrada, e até a sua dotação equipamento, provavelmente, não fará grande sentido. Todavia, o facto de qualquer momento volante concorrer para ser uma experiência única e por demais divertida, e, principalmente, a sua capacidade para evoluir noutros terrenos que não o asfalto, fazem dos €24 811 pedidos por este Jimny 1.5 VVT Mode3 uma autêntica pechincha (sendo que a versão de acesso esta disponível por €21 075), já que é preciso gastar, no mínimo, duas vezes mais para chegar tão longe com idêntica facilidade e competência! Pena que o sistema nacional de classificação de veículos para as portagens, apesar da evolução recentemente sofrida, continue a conter idiossincrasias que levam a que um modelo como o Jimny seja classificado como Classe 2 –menos mal que, neste aspecto, também não existe qualquer putativo rival que faça melhor…

Airbag para condutor e passageiro (desligável)
Airbags laterais
Airbags de cortina
Controlo electrónico de estabilidade
Controlo electrónico de descidas
Assistente aos arranques em plano inclinado
Alerta de transposição involuntária de faixa de rodagem
Alerta de tráfego cruzado pela traseira
Sistema de travagem autónoma de emergência com alerta de colisão frontal
Sistema de alerta de fadiga do condutor
Sistema de leitura de sinais de trânsito
Cintos dianteiros+traseiros com pré-tensores e limitadores de esforço
Fixações Isofix
Ar condicionado automático
Computador de bordo
Cruise-control+limitador de velocidade
Bancos dianteiros aquecidos
Banco traseiro rebatível 50/50
Volante em pele/regulável em altura
Volante multifunções
Auto-rádio com leitor de mp3+ligação USB+2 altifalantes
Mãos-livres Bluetooth
Sistema de navegação
Vidros traseiros escurecidos
Vidros dianteiros eléctricos
Retrovisores eléctricos+aquecidos
Sensor de luz
Faróis por LED com lava-faróis
Faróis de nevoeiro
Assistente de máximos
Jantes de liga leve de 15”
Sistema de monitorização da pressão dos pneus
Roda suplente de dimensões normais

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Sobre o autor
António de Sousa Pereira
Absolute Motors é um projecto de informação essencialmente dedicado à área dos motores, com particular foco nos sectores dos automóveis e das motos, mas sem prejuízo de cobrir qualquer outra área de interesse manifesto para os seus leitores.
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