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Range Rover P400e PHEV Vogue

Artigo
Range Rover P400e PHEV Vogue

Visão geral
Marca:

Land Rover

Modelo:

Range Rover

Versão:

P400e PHEV Vogue

Ano lançamento:

2018

Segmento:

Todo-o-terreno

Nº Portas:

5

Tracção:

Integral permante

Motor:

2.0 Híbrido

Pot. máx. (cv/rpm):

404/5500

Vel. máx. (km/h):

220

0-100 km/h (s):

6,8

Consumos (l/100 km):

3,3-3,8 (WLTP)

CO2 (g/km):

75-86 (WLTP)

Autonomia eléctrica (km):

51

PVP (€):

125 982/135 509 (Unidade testada)

Gostámos

Versão mais acessível da gama, Autonomia eléctrica, Consumos, Prestações, Aptidões TT, Luxo e conforto

A rever

Preço ao alcance de poucos, Peso elevado

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Qualidade geral
9.0
Interior
10
Segurança
9.0
Motor e prestações
9.0
Desempenho dinâmico
8.0
Aptidões TT
9.0
Desempenho TT
9.0
Consumos e emissões
9.0
Conforto
9.0
Equipamento
8.0
Garantias
8.0
Preço
8.0
Se tem pressa...

Mesmo nesta versão híbrida Range Rover P400e PHEV Vogue, o portentoso todo-o-terreno da marca britânica continua a alardear um argumentário difícil de igualar, a que se juntam, neste caso, prestações de bom nível, conjugadas consumos de referência sempre que se faz o melhor uso do potencial do modelo para circular no modo eléctrico. O preço está ao alcance de poucos, mas, ainda assim, esta passa a ser a opção mais acessível da gama, apesar de só estar disponível com o soberbo nível de equipamento Vogue, ou com o ainda mais exclusivo Autobiography

8.8
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A electrificação chegou da melhor forma ao mais reputado modelo da Land Rover com a chegada da sua primeira variante híbrida plug-in: o novo Range Rover P400e PHEV Vogue aqui em avaliação é, ao mesmo tempo, o membro o mais eficiente da família, e, também, o que pratica o preço mais acessível. Atributos que, por si só, já justificariam uma análise mais cuidada; só que a estes há que juntar um leque alargado de argumentos que fazem desta uma proposta particularmente apetecível, seja para os amantes dos automóveis, em geral, ou para os apreciadores deste género de veículo, em particular. Assim a carteira o permita…

Valerá a pena começar por destacar que, do alto dos seus cinco metros de comprimento, por mais de dois de largura e quase 1,9 de altura, e senhor daquela aparência inconfundível, misto de elegância, distinção e, até, alguma arrogância, o primeiro Range Rover híbrido plug-in é, como todos os seus irmãos de gama, um verdadeiro e fabuloso todo-o-terreno, com invejáveis características dignas de uma verdadeira berlina de luxo. Um automóvel que, como poucos, se adapta a quase todo o tipo de utilização, e a quase todo o tipo de ambiente, o que muita ajuda a explicar o estatuto único que para si garantiu ao longo de praticamente cinquenta anos de carreira.

Mesmo nesta versão híbrida plug-in, a pose do mais prestiginate modelo da Land Rover não se altera, muito ajudando a explicar o mito que tem feito a fama do Range Rover de há quase cinquenta anos a esta parte

Mesmo nesta versão híbrida plug-in, a pose do mais prestiginate modelo da Land Rover não se altera, muito ajudando a explicar o mito que tem feito a fama do Range Rover de há quase cinquenta anos a esta parte

Prova-o, por exemplo, o soberbo habitáculo. Por ser espaçoso como poucos, em especial na secção traseira, que mais parece um salão de festas, e onde também não faltam conforto, requinte e luxo em dose massiva. A qualidade de construção e acabamentos é de nível superior, pelo menos tão feliz quanto a feliz escolha de materiais, revestimento e combinações cromáticas, tudo atributos que concorrem de forma decisiva para conferir ao interior um estilo e uma distinção difíceis de igualar.

A contrapor a este ambiente algo conservador, a nota de tecnologia de ponta garantida, por exemplo, pelos ecrãs de generosas dimensões do sistema de infoentretenimento e do painel de instrumentos, este último também totalmente digital, e amplamente configurável, em termos de aparência como de conteúdo. O exemplar posto de condução, por seu turno, garante um absoluto domínio da estrada, não obstante o porte quase “paquidérmico” do Range Rover; ao passo que a bagageira, apesar de ter perdido 76 litros de capacidade face às das restantes versões da gama (devido à colocação da bateria de alta tensão sob o respectivo piso), não deixa de disponibilizar um volume que varia entre 540-1398 litros, bem como materiais e acabamentos de fazer inveja ao habitáculo de não poucos modelos, e um acesso facilitado tanto pelo tradicional portão de abertura bipartido, como pelo modo específico da suspensão pneumática incluída de série, e que define a altura ao solo para um mínimo de 171 mm.

Para encerrar este capítulo, restará referir que o Range Rover P400e PHEV apenas é proposto com os níveis de equipamento Vogue (como no caso da unidade testada) e o ainda mais refinado Autobiography. Significando isto que do seu lote de trunfos fazem ainda parte elementos como os bancos (melhor seria dizer poltronas…) revestidos a pele perfurada, e com regulações eléctricas tanto à frente como atrás (os dianteiros com ajustes de vinte vias, memória, aquecimento e ventilação); o tecto de abrir panorâmico; ou o excelente sistema de som Meridian – entre outros mimos. Opcionais sãs as jantes de 21” com pneus 275/45, em substituição das de 20”, revestidas por pneus 255/50, troca que, como mais adiante comprovará, a trazer algum benefício, será somente de ordem estética…

Requinte, luxo, classe e distinção é o que não falta no soberbo habitáculo, a que se junta um completo equipamento de série, já que o Range Rover P400e PHEV apenas é proposto nos níveis Vogue e Autobiography

Requinte, luxo, classe e distinção é o que não falta no soberbo habitáculo, a que se junta um completo equipamento de série, já que o Range Rover P400e PHEV apenas é proposto nos níveis Vogue e Autobiography

Só que, por muito meritórios que sejam, quase todos estes atributos são possíveis de encontrar nos outros membros da gama Range Rover. Pelo que é exclusivo e faz a diferença nesta derivação PHEV é mesmo o grupo motopropulsor, e aquilo que com o mesmo mais diretamente se relaciona.

Sob o capot está, então, o grupo motopropulsor mas sofisticado da gama, composto, desde logo, pelo motor a gasolina de quatro cilindros e 2,0 litros, com injecção directa de gasolina e turbocompressor, capaz de disponibilizar 300 cv/5000 rpm, e um binário máximo de 400 Nm, constante entre as 1500-3500 rpm – uma unidade motriz já conhecida, por exemplo, do Jaguar F-Type. Associado ao propulsor térmico, e instalado entre este e a caixa automática ZF de oito velocidades, está um motor eléctrico com 142 cv e 275 Nm, alimentado por uma bateria de iões de lítio com 13,1 kWh de capacidade (e uma garantia de 8 anos ou 100 000 km para 70% da respectiva capacidade). Para um rendimento combinado de 404 cv e 640 Nm.

Aqui chegados, veja-se o que promete a Land Rover relativamente a esta solução: uma autonomia de 51 km no modo totalmente eléctrico; uma velocidade máxima de 137 km/h neste mesmo modo; um consumo combinado abaixo dos 4,0 l/100 km; e tempos de recarga da bateria de 2h45m numa Wallbox a 32 A, ou de 7h30m numa tomada de corrente doméstica a 10 A (por estanho que possa parecer, num automóvel que custa mais de uma centena de milhar de euros, o único cabo incluído de série é, justa e infelizmente, o que permite ligar o veículo a uma tomada doméstica…).

A conjugação do motor 2.0 turbo a gasolina com um motor eléctrico resulta num rendimento combinado de 404 cv e 640 Nm, e em consumos e emissões que podem ser francamente apelativos

A conjugação do motor 2.0 turbo a gasolina com um motor eléctrico resulta num rendimento combinado de 404 cv e 640 Nm, e em consumos e emissões que podem ser francamente apelativos

Na prática, rapidamente se prova que os valore anunciados pela marca de Solihull são excessivamente optimistas, o que também não significa que seja pouco apelativos. No que à autonomia concerne, em estrada, dificilmente se conseguirão percorrer mais de 40 km no modo eléctrico, o que se traduz num consumo médio de 5,6 l/100 km na primeira centena de quilómetros, e de 9,3 l/100 km quando a circular apenas com o motor de combustão. A mesma lógica de raciocínio, quando aplicada a uma circulação em auto-estrada, traduz-se numa autonomia eléctrica de 36 km, num consumo de 7,9 l/100 km nos primeiros cem quilómetros, e num consumo de 12,3 l/100 km só com motor térmico. Por fim, em ambiente urbano, aquele em que é possível tirar melhor partido da vertente eléctrica do sistema, a autonomia eléctrica alcança 45 km, o consumo é de somente 5,4 l/100 km com total carregamento da bateria, e de 9,8 l/100 km quando a carga desta se esgota.

Pelo exposto, facilmente se verifica que o consumo, logo, os custos de utilização, logo, as emissões poluentes estão entre os principais argumentos do Range Rover P400e PHEV, e mais ainda quando se faz bom uso da bateria e se procede ao respectivo carregamento de forma tão frequente quanto possível. Vale a pena sublinhar que, adoptando tal postura, e sem preocupações de maior com o pedal da direita, a média combinada de consumo tenderá a rondar os 10,5 l/100 km, aproximando-se dos 12,0 l/100 km a ritmos mais dinâmicos, e dos 15,0 l/100 km quando se retira da mecânica tudo o que esta tem para oferecer. Mas também é possível reduzir para cerca de metade estes valores praticando uma condução mais contida e cuidadosa, algo que nenhum outro membro da gama pode aspirar alcançar, independentemente do motor que o anime, ou do combustível que este consuma.

A versão híbrida plug-in do Range Rover é a prova de que propulsão eléctrica também é sinónimo de conforto e de prestações de nível superior

A versão híbrida plug-in do Range Rover é a prova de que propulsão eléctrica também é sinónimo de conforto e de prestações de nível superior

Mas nem só de eficiência térmica vive esta unidade motriz. Se os 300 cv e 400 Nm do motor a gasolina já assegurariam, por si só, uma boa capacidade de resposta na maioria das situações, com o auxílio do motor eléctrico, e da muito competente, rápida e suave caixa automática, o Range Rover P400e PHEV obedece de forma pronta às instruções que o condutor lhe transmite através do acelerador. Estão, assim, garantidas óptimas prestações (só superadas, na gama, pelas das sobredotadas – e onerosas! – versões equipadas com o motor 5.0-V8 sobrealimentado), evoluindo o modelo, com uma progressividade e uma facilidade notáveis, até aos 220 km/h a que é atingida a sua velocidade máxima. Mesmo em termos de recuperações, ambas as variantes a gasóleo ficam aquém do híbrido plug-in, que alcança, neste particular, valores muito semelhantes aos registados pela antiga versão híbrida convencional, que combinava o motor 3.0-V6 turbodiesel com um motor eléctrico.

Não menos importante, há que ter em conta que propulsão eléctrica também é sinónimo de conforto. Por isso, abaixo das 3000 rpm, enquanto houver carga na bateria, dificilmente o motor térmico fará sentir a sua presença no habitáculo – tendendo o ambiente a ser dominado por um fastástico silêncio. E, quando acima desse regime, em carga, em outras solicitações mais exigentes, um funcionamento suave e relativamente silencioso, e a óptima insonorização, asseguram que este apenas se fará ouvir ligeiramente, e com uma sonoridade que, não sendo a de um nobre V8, acaba por não desagradar, graças ao seu timbre algo desportivo.

Em face do exposto, não será difícil adivinhar que conduzir este Range Rover P400 e PHEV Vogue é, efetivamente, um grato prazer. Antes de passar à acção, o condutor deverá escolher, em função do cenário que pretende enfrentar, um dos muitos modos de condução seleccionáveis através do sistema Terrain Response II: Dinâmico; Eco; Conforto; Terrain Response Auto; Relva/Xascalho/Neve; Lama/Sulcos; Areia; Subida de Pedras. Podendo, ainda, ligar as “redutoras”, activar o controlo electrónico de descidas HDC, e optar pelo modo mais permissivo do controlo de estabilidade, ou mesmo por desligá-lo por completo.

Apesar do seu porte impressionante, o Range Rover dispõe de atributos que lhe permitem chegar a quase todo o lado. Mas, para quem gosta de circular fora do asfalto, as opcionais e bonitas jantes de 21", com pneus 275/45, não são, de todo, as mais recomendadas

Apesar do seu porte impressionante, o Range Rover dispõe de atributos que lhe permitem chegar a quase todo o lado. Mas, para quem gosta de circular fora do asfalto, as opcionais e bonitas jantes de 21″, com pneus 275/45, não são, de todo, as mais recomendadas

A partir daqui, rapidamente se conclui que a variante híbrida usufrui, basicamente, das mesmas competências de qualquer outro membro da família Range Rover. A par de uma enorme robustez, referência primeira para o soberbo conforto garantido pela suspensão pneumática, mesmo nos pisos mais demolidores, e inclusive no fora de estrada – onde ainda garante uma altura ao solo que pode ir até 297 mm (221 mm modo normal).

Claro que o generoso curso da suspensão, uma afinação do amortecimento nitidamente a privilegiar a comodidade de quem segue a bordo, e um peso superior a 2,5 toneladas, só podia refletir-se num substancial adornar da carroçaria em curva, que pode, até, alarmar os menos avisados. Que não demorarão muito a comprovar que esta é mais uma questão hábito, já que os movimentos da carroçaria acabam por ser bem controlados, e que o Range Rover P400e PHEV curva com muito maior eficácia que aquilo que as suas dimensões exteriores, a sua massa, a sua vocação e as suas suspensões fariam adivinhar. Este é, de facto, um automóvel que, para o seu porte, se revela muito fácil e agradável de conduzir, um devorador de quilómetros extremamente refinado que continua a ser uma referência, devendo-se parte significativa dos seus méritos, neste particular, ao controlo activo do rolamento da carroçaria, e à tracção integral com diferencial autoblocante central e sistema de vectorização de binário.

Mesmo com os seus cinco metros de comprimento, e mais de 2,5 toneladas de peso, o Range Rover P400e PHEV continua a ser um automóvel surpreendentemente eficaz e fácil de conduzir, um devorador de quilómetros com um conforto primoroso

Mesmo com os seus cinco metros de comprimento, e mais de 2,5 toneladas de peso, o Range Rover P400e PHEV continua a ser um automóvel surpreendentemente eficaz e fácil de conduzir, um devorador de quilómetros com um conforto primoroso

A par de tudo isto, o Range Rover P400e PHEV é, igualmente, um portento no fora de estrada, por via dos seus inúmeros recursos técnicos, sejam puramente mecânicos ou electrónicos. Aqui, as suas maiores limitações tenderão a advir da coragem do condutor e dos opcionais pneus nitidamente estradistas que esta unidade montava, sem qualquer afinidade com o “TT”  (e que, até no asfalto, os benefícios que acarretam serão mais estéticos do que comportamentais). Na prática, conseguirão enfrentar areia e estradões de terra não muito exigentes, e pouco mais, com o risco de não progressão, furo ou rebentamento a aumentar exponencialmente na razão directa das dificuldades que sejam obrigados a superar – sendo difícil prever que os originais pneus de medida 255/50 fizessem pior figura, bem pelo contrário, independentemente do tipo de piso!

Por ser senhor de todos os predicados que, desde 1970, fazem do Range Rover um mito, e um dos melhores todo-o-terremo do planeta, não é difícil anteverá conclusão final deste teste, para mais quando se atenta num outro trunfo de monta do Range Rover P400e PHEV Vogue: o ser o modelo mais acessível da sua gama, apesar de só estar disponível nos níveis de equipamento mais recheados, e montar a motorização mais sofisticada. É, pois, um daqueles raros casos em que o mais barato é, muito provavelmente, o melhor – ainda que os mais de 125 mil euros que custa entre nós estejam ao alcance de muito poucos portugueses… Só que as outras versões do modelo são ainda mais caras, e dificilmente o baterão em agrado de utilização, prestações e custos de utilização – assim seja feito bom uso da componente eléctrica que é a sua razão de existir!

Airbag para condutor e passageiro
Airbags laterais dianteiros
Airbags de cortina
Controlo electrónico de estabilidade com vectorização de binário e diferencial traseiro activo de controlo electrónico
Controlo electrónico de estabilidade do reboque
Travagem autónoma de emergência com alerta de colisão dianteira
Alerta de saída involuntária d faixa de rodagem
Controlo electrónico de descidas (Hill Descent Control)
Controlo electrónico do rolamento (Roll Stability Control)
Auto Terrain Response
Assistente aos arranques em subida
Travão de estacionamento eléctrico
Cintos dianteiros com pré-tensores+limitadores de esforço
Fixações Isofix
Ar condicionado automático de três zonas
Pré-climatização do habitáculo
Computador de bordo
Painel de instrumentos digital
Cruise control+limitador de velocidade
Bancos em pele perfurada
Bancos dianteiros aquecidos com regulação eléctrica de 20 vias
Bancos traseiros aquecidos com regulação eléctrica da inclinação das costas
Volante em pele regulável electricamente em altura+profundidade
Volante multifunções+aquecido
Direcção com assistência eléctrica variável
Vidros eléctricos dianteiros+traseiros
Rádio com leitor de CD/mp3+ecrã táctil +tomadas USB+Aux+8 altifalantes+TDT
Sistema de som Meridian
Mãos-livres Bluetooth (telemóvel+áudio)
Comandos por voz
Sistema de navegação
Hotspot Wi-fi
Retrovisores exteriores eléctricos+aquecidos+rebatíveis electricamente
Retrovisor interior electrocromático
Acesso+arranque sem chave
Portas com fecho soft close
Portão traseiro eléctrico com sistema "mãos-livres"
Sensores de estacionamento FR/TR+câmara de visão panorâmica
Lava-faróis
Faróis de nevoeiro
Sensores de luz+chuva
Jantes de liga leve de 20”
Sistema de monitorização da pressão dos pneus
Kit de reparação de pneus
Pré-instalação eléctrica para gancho de reboque
Alarme

Pintura metalizada Carpathian Grey (€2366)
Faróis por LED (€949)
Acabamentos interiores em madeira de nogueira (€431)
Tejadilho panorâmico (€3103)
Vidros laminados+vidros traseiros escurecidos Privacy (€527)
Jantes de liga leve de 21″ (€2151)
Pinças de travão cinzentas com logótipo Land Rover (opção sem custo)
Pack exterior SVO (opção sem custo)

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Sobre o autor
António de Sousa Pereira
Absolute Motors é um projecto de informação essencialmente dedicado à área dos motores, com particular foco nos sectores dos automóveis e das motos, mas sem prejuízo de cobrir qualquer outra área de interesse manifesto para os seus leitores.
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